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6.3.11
Na busca de respostas, pesquisa ou intuição?
Uma sala, 12 pessoas ao redor de uma mesa, um moderador e deliciosos docinhos e sanduíches daqueles de dar água na boca. Uma parede de espelho e, atrás dela, outro grupo, atento à cada reação dos debatedores em busca de respostas. Estamos num grupo de pesquisa qualitativa entrevistando veterinários em duas grandes capitais. Precisamos nessas duas horas colher informações para trabalhar um diagnóstico de uma marca que fará 40 anos. Tão difícil quanto moderar o grupo é conter a necessidade de perguntar sobre diversos aspectos que surgem para os que estão assistindo à pesquisa atrás da sala de espelho. Quando chega o momento da pesquisa, o trabalho já está sendo elaborado há pelo menos um mês. Durante esse período, estabelecemos o universo de perguntas para as quais necessitávamos de respostas, o perfil do grupo entrevistado é descrito precisamente numa ficha de recrutamento bem como um roteiro para ser cumprido integralmente durante a dinâmica que não devia ultrapassar o tempo previsto, duas horas. Se o debate segue por um caminho diferente na hora "H", é preciso reformular perguntas ou solicitar um aprofundamento sobre alguma questão para não perder o foco desejado. Fugir do roteiro é a última coisa que podemos fazer, pois isso pode trazer mais incertezas. A informação que a pesquisa nos dá, associada à experiência de quem a analisa e encontra respostas, deverá trazer o equilíbrio necessário para identificarmos o que está acontecendo e, com isso, encontrar oportunidades para serem exploradas e equívocos a serem evitados. Nas duas situações, a pesquisa é um excelente investimento com retorno certo. Voltar para a página inicial
20.2.11
Se é investimento, em quanto tempo retorna – Marketing Digital
Nos últimos meses, a expressão ROI (Return On Investment), amplamente utilizada em finanças, passou a fazer parte daquele grupo de palavras da “cartela de bingo” das palestras sobre marketing e comunicação. Ano de crise, dinheiro fica curto e justificar a utilização é uma tarefa que necessita de um olhar racional. Isso não é nada mau, mas é importante que os “marketeiros de plantão” saibam sobre o que estão falando. Quando comunicação começa a se fundir com números, geralmente a turma que fugiu das aulas de matemática escorrega feio e como poucos fazem conta, os números impressionam. Numa análise mais precisa desses números, recentemente ao participar de evento sobre e-mail marketing, achei interessante uma das palestras, mas quando olhei para o lado muitos bocejavam. Grande parte da palestra era número. As métricas das ações eram apresentadas e comparadas com duas formas distintas de realização. Comparados ao final, com o resultado obtido, pode-se comprovar matematicamente a eficiência e o ganho obtido com o modelo praticado. A possibilidade de mensuração efetiva das ações de marketing digital exigirá uma nova mentalidade e formação profissional para quem atuar no segmento de comunicação, pois o meio digital não irá acabar com os demais, mas certamente, pela mensuração efetiva, bem como pelas mudanças de comportamento da sociedade, será o de maior crescimento na próxima década. Alguns números interessantes do setor: • 50 milhões de internautas no Brasil, sendo que 40% passam mais de oito horas por dia à frente do Outlook; • Em 2012, espera-se mais de 100 milhões de internautas (idade superior a 16 anos); • Mercado de e-commerce no Brasil em 2008 foi de R$ 6,4 Bi. A estimativa para 2009 é de R$ 10 Bi e para 2010, R$ 15 Bi; • Valor médio de compra: R$ 323 (subiu 5% em comparação a 2008); • Nas ações de e-mail marketing, 74% da abertura das mensagens ocorrem nas 24 horas de seu envio. Em dois dias, a ação pode ser mensurada; • Segunda, terça e fim de semana são os dias de maior leitura de e-mails marketing, sendo o pico de leitura entre 8h e 10h. Voltar para a página inicial
17.10.10
Brasil, além do carnaval, futebol e caipirinha
a

Cada vez mais, vem-se ouvindo falar que o Brasil é a bola da vez no mundo. Em setembro passado, em visita à França, foi possível comprovar isso nas bancas de jornais. Nada menos do que cinco revistas traziam o Brasil na capa, revistas importantes anunciadas em backlights pelas ruas. Os olhos do mundo estão voltados para o Brasil, o que pode trazer oportunidades de investimentos, novos negócios e uma nova posição para o país no tabuleiro mundial. Exemplo prático foram as três diferentes abordagens que a C-Brand recebeu de empresas francesas interessadas em estar presentes no mercado brasileiro.
É o momento de saber aproveitar!
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Cada vez mais, vem-se ouvindo falar que o Brasil é a bola da vez no mundo. Em setembro passado, em visita à França, foi possível comprovar isso nas bancas de jornais. Nada menos do que cinco revistas traziam o Brasil na capa, revistas importantes anunciadas em backlights pelas ruas. Os olhos do mundo estão voltados para o Brasil, o que pode trazer oportunidades de investimentos, novos negócios e uma nova posição para o país no tabuleiro mundial. Exemplo prático foram as três diferentes abordagens que a C-Brand recebeu de empresas francesas interessadas em estar presentes no mercado brasileiro.
É o momento de saber aproveitar!
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24.8.10
Cidade e Mobilidade - Tema PUC para alunos de Design
a

Segundo semestre letivo de 2010, pilotis cheios de alunos. Este é o clima durante a primeira quinzena de agosto na PUC-Rio. Além de nosso projetos, arrumamos tempo para dar aulas, o que nos permite ficar atentos para as mudanças que ainda estão por vir. Este semestre, o tema escolhido para os alunos de Design é Cidade e Mobilidade. Há algum tempo, usávamos a expressão trânsito, mas quando falamos em mobilidade pensamos, antes de mais nada, na necessidade de se deslocar.
Uma das ferramentas que usamos na C-Brand chama-se WebEx da Cisco. De minha máquina, de onde estiver, tenho reuniões com outros consultores em bases distantes. Todos compartilham os seus desktops, fazem seus comentários, sem precisar pegar seus carros, encarar engarrafamentos e perder preciosos, e criativos, minutos procurando vaga. É bom lembrar que nada substitui o contato humano. Olhar nos olhos, apertar a mão e dar um belo e forte abraço... Bem, para isso ainda vale a pena se deslocar!
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Segundo semestre letivo de 2010, pilotis cheios de alunos. Este é o clima durante a primeira quinzena de agosto na PUC-Rio. Além de nosso projetos, arrumamos tempo para dar aulas, o que nos permite ficar atentos para as mudanças que ainda estão por vir. Este semestre, o tema escolhido para os alunos de Design é Cidade e Mobilidade. Há algum tempo, usávamos a expressão trânsito, mas quando falamos em mobilidade pensamos, antes de mais nada, na necessidade de se deslocar.
Uma das ferramentas que usamos na C-Brand chama-se WebEx da Cisco. De minha máquina, de onde estiver, tenho reuniões com outros consultores em bases distantes. Todos compartilham os seus desktops, fazem seus comentários, sem precisar pegar seus carros, encarar engarrafamentos e perder preciosos, e criativos, minutos procurando vaga. É bom lembrar que nada substitui o contato humano. Olhar nos olhos, apertar a mão e dar um belo e forte abraço... Bem, para isso ainda vale a pena se deslocar!
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6.11.09
Para tudo, o nome tem que mudar! – Registro de Marcas
Ao sermos abordados para um trabalho de desenvolvimento de marca e de sua identidade visual, perguntamos ao cliente se o nome já estava registro junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A resposta foi: “Sim, já demos entrada”. O primeiro passo havia sido dado. Ao longo de nosso trabalho, porém, recebemos uma ligação do tipo de "gol do adversário aos 45 minutos do segundo tempo": "Para tudo! O INPI recusou o pedido de registro!" Como consultores, nosso papel neste momento foi traçar um diagnóstico da situação. Para isso, fomos mais a fundo no processo de registro e descobrimos muitas falhas. Por isso, achamos interessante o tema.
As marcas podem ser registradas de duas formas básicas: nominativa, sendo registrado apenas o nome; ou mista, com registro de nome e imagens. O primeiro passo é realizar o registro do nome. Esse processo passa por um período de análise no INPI, ficando 45 dias aproximadamente em sigilo. Após esta data, o INPI publica em seu site o nome requerido e o requerente recebe um número de processo. Somente a partir dessa data é que devemos iniciar o trabalho de criação da identidade. A titularidade da marca pode levar até quatro anos para ser expedida pelo INPI, o que torna o processo incompatível com a dinâmica de mercado. Vale lembrar que ao longo destes quatro anos, outras empresas podem questionar o ineditismo da criação, impedindo o processo de titularidade.
Uma documento, importante para diminuir a chance desses transtornos chama-se Parecer Marcário. Nele, antes de qualquer custo junto ao INPI, estão as possibilidades de registro, as oposições que venham a ocorrer ao longo do processo, bem como uma relação de diversos nomes próximos ao que se têm o interesse de registrar. Geralmente, após o processo de Naming, encaminhamos uma lista com três nomes para serem avaliados. Depois de analisar esse parecer, damos entrada somente em uma marca, a que possuir melhor condições de registro e menor possibilidade de oposições. Todo o processo deve ser monitorado por um profissional especializado durante quatro longos anos, pois o INPI estabelece datas para pagamentos de taxas e para respostas às oposições. Vale lembrar que para se chegar aos nomes uma pesquisa com o consumidor é sempre bem-vinda, mas isto é outro tema.
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As marcas podem ser registradas de duas formas básicas: nominativa, sendo registrado apenas o nome; ou mista, com registro de nome e imagens. O primeiro passo é realizar o registro do nome. Esse processo passa por um período de análise no INPI, ficando 45 dias aproximadamente em sigilo. Após esta data, o INPI publica em seu site o nome requerido e o requerente recebe um número de processo. Somente a partir dessa data é que devemos iniciar o trabalho de criação da identidade. A titularidade da marca pode levar até quatro anos para ser expedida pelo INPI, o que torna o processo incompatível com a dinâmica de mercado. Vale lembrar que ao longo destes quatro anos, outras empresas podem questionar o ineditismo da criação, impedindo o processo de titularidade.
Uma documento, importante para diminuir a chance desses transtornos chama-se Parecer Marcário. Nele, antes de qualquer custo junto ao INPI, estão as possibilidades de registro, as oposições que venham a ocorrer ao longo do processo, bem como uma relação de diversos nomes próximos ao que se têm o interesse de registrar. Geralmente, após o processo de Naming, encaminhamos uma lista com três nomes para serem avaliados. Depois de analisar esse parecer, damos entrada somente em uma marca, a que possuir melhor condições de registro e menor possibilidade de oposições. Todo o processo deve ser monitorado por um profissional especializado durante quatro longos anos, pois o INPI estabelece datas para pagamentos de taxas e para respostas às oposições. Vale lembrar que para se chegar aos nomes uma pesquisa com o consumidor é sempre bem-vinda, mas isto é outro tema.
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14.7.09
“Tweets não têm propósito”
A afirmação é polêmica! Ainda mais vinda de um adolescente inglês de 15 anos. Esses e outros insights interessantes estão no relatório sobre Hábitos de Consumo de Mídia publicado pela Morgan Stanley. O relatório traz o olhar de um jovem de 15 anos sobre temas que certamente já tivemos a oportunidade de ler em outras referências, principalmente as vindas de grandes grupos de comunicação. O mais interessante é que esse depoimento serve de referência para processos decisórios para investidores. O comportamento humano ganhou espaço de destaque no mundo das finanças modernas, pois, para liderar o futuro, conhecer e analisar o presente pode fazer toda a diferença. Vale a pena dar uma conferida neste relatório.
Veja o relatório.
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Veja o relatório.
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8.7.09
Opinião: Para que ter um site?
a

Quando as empresas acordaram para a internet na metade dos anos 1990, ninguém queria ou podia ficar fora daquela novidade. A internet evoluiu e logo os primeiros websites passaram por uma reformulação gráfica, tornando-se mais animados e interativos. Hoje em dia, praticamente todas as empresas mantêm um website no ar. Nem todas, porém, sabem exatamente qual a real função dessas páginas na rede. Em muitos casos, são lugares estáticos, sem atualização e com baixa visitação, que em nada combinam com o ambiente interativo e inovador em que se tornou a internet. Essa é exatamente a hora de se perguntar: eu preciso mesmo estar na internet, preciso mesmo de blog, twitter ou alguma outra última novidade da rede? A resposta pode não ser tão simples se você não souber exatamente para que precisa de um website. É preciso ter essa resposta muito clara, muito bem definida, para não correr o sério risco de se tornar apenas mais um em um mar de “lixo eletrônico”. A solução? Definir a razão de estar na internet, os objetivos, sejam eles gerar novos negócios, manter contato com clientes, reforçar um posicionamento ou abrir um canal de comunicação. O essencial é saber que tudo isso precisa ser pensando de forma estratégica e integrada com o conceito da marca. Afinal, sites eficentes precisam ter uma inteligência estratégica.
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Quando as empresas acordaram para a internet na metade dos anos 1990, ninguém queria ou podia ficar fora daquela novidade. A internet evoluiu e logo os primeiros websites passaram por uma reformulação gráfica, tornando-se mais animados e interativos. Hoje em dia, praticamente todas as empresas mantêm um website no ar. Nem todas, porém, sabem exatamente qual a real função dessas páginas na rede. Em muitos casos, são lugares estáticos, sem atualização e com baixa visitação, que em nada combinam com o ambiente interativo e inovador em que se tornou a internet. Essa é exatamente a hora de se perguntar: eu preciso mesmo estar na internet, preciso mesmo de blog, twitter ou alguma outra última novidade da rede? A resposta pode não ser tão simples se você não souber exatamente para que precisa de um website. É preciso ter essa resposta muito clara, muito bem definida, para não correr o sério risco de se tornar apenas mais um em um mar de “lixo eletrônico”. A solução? Definir a razão de estar na internet, os objetivos, sejam eles gerar novos negócios, manter contato com clientes, reforçar um posicionamento ou abrir um canal de comunicação. O essencial é saber que tudo isso precisa ser pensando de forma estratégica e integrada com o conceito da marca. Afinal, sites eficentes precisam ter uma inteligência estratégica.
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24.6.09
Concorrência Criativa, vale a pena participar?
O tema é polêmico.
Pelo viés do consultor, no momento de orientar o seu cliente em um processo de mudança de agência, a concorrência é uma ferramenta chave para “oxigenar” o ambiente, trazendo muitas vezes novas idéias. Entretanto, a maioria das concorrências praticadas pelo mercado começa como grande oportunidade e termina deixando uma sensação de não ter valido a pena para a maioria das agências, pois apenas uma sairá vencedora. Quando o processo é claro quanto aos objetivos e regras e, acima de tudo, transparente, a concorrência é uma boa oportunidade para que as agências realizem uma análise de seus processos internos, saindo do “automático” do dia-a-dia. Uma concorrência criativa jamais poderá terminar em uma concorrência de preço. Definir a verba a ser administrada, bem como remunerar as agências participantes pelo seu esforço criativo na participação é um procedimento muito comum em processos maduros. Outro posicionamento interessante é convidar para a concorrência, no máximo, três empresas que tenham um histórico compatível com o desafio que irão encontrar. Preparar um processo de concorrência leva tempo, dinheiro e consome muita energia, não apenas no seu preparo, mas também na avaliação das propostas.
Pelo viés da agência, se as regras não são claras (É por preço, capacidade de gestão ou conceito que serei julgado?), o melhor a fazer é concentrar os esforços em potencializar a relação com os clientes existentes e planejar uma boa estratégia de prospecção de novas contas.
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Pelo viés do consultor, no momento de orientar o seu cliente em um processo de mudança de agência, a concorrência é uma ferramenta chave para “oxigenar” o ambiente, trazendo muitas vezes novas idéias. Entretanto, a maioria das concorrências praticadas pelo mercado começa como grande oportunidade e termina deixando uma sensação de não ter valido a pena para a maioria das agências, pois apenas uma sairá vencedora. Quando o processo é claro quanto aos objetivos e regras e, acima de tudo, transparente, a concorrência é uma boa oportunidade para que as agências realizem uma análise de seus processos internos, saindo do “automático” do dia-a-dia. Uma concorrência criativa jamais poderá terminar em uma concorrência de preço. Definir a verba a ser administrada, bem como remunerar as agências participantes pelo seu esforço criativo na participação é um procedimento muito comum em processos maduros. Outro posicionamento interessante é convidar para a concorrência, no máximo, três empresas que tenham um histórico compatível com o desafio que irão encontrar. Preparar um processo de concorrência leva tempo, dinheiro e consome muita energia, não apenas no seu preparo, mas também na avaliação das propostas.
Pelo viés da agência, se as regras não são claras (É por preço, capacidade de gestão ou conceito que serei julgado?), o melhor a fazer é concentrar os esforços em potencializar a relação com os clientes existentes e planejar uma boa estratégia de prospecção de novas contas.
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17.6.09
Opinião: Networking
Muitas pessoas pensam que fazer networking é simplesmente conhecer pessoas e quanto mais gente você conhecer, melhor será o seu networking. Puro engano! Ter um bom networking significa conhecer pessoas que sabem o que você faz profissionalmente. Sabe aquele marceneiro que todo mundo indica para o outro? Às vezes, não sabem nem o sobrenome, mas o conhecem e sabem o que ele faz bem profissionalmente. Então, este marceneiro tem um bom networking. No mundo corporativo não é diferente. Cerca de 70% das contratações acontecem via networking. Esse fato se deve a alguns motivos. O fato de ser muito mais barato é um deles. Além disso, a empresa que contrata já conta com referências positivas a respeito das competências do indicado.Para se fazer um bom networking, é preciso, antes de tudo, que você conheça as suas habilidades (competências). Cada um de nós tem duas ou três habilidades no máximo diante de tantas que existem na humanidade. Portanto, não é nada prejudicial você saber reconhecer aquilo em que é bom, muito pelo contrário, vai te ajudar a crescer mais rapidamente e com foco em sua carreira.
Fabrício Barbirato, executivo do IDCE
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Fabrício Barbirato, executivo do IDCE
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12.6.09
Números emblemáticos – Quanto da receita vai para comunicação
a

Quando perguntamos a um cliente durante uma entrevista: “Quanto você pretende gastar neste projeto?”, muitas vezes nos sentimos como naquela brincadeira de quem piscar primeiro, perde. Com um olhar mais maduro, começamos a perceber o quanto ela é difícil de ser respondida. Na realidade, a formulação da pergunta é que está errada. O correto seria perguntarmos quanto de sua receita (percentualmente), você estaria provisionando para este projeto? Primeiro que neste momento estamos assumindo que algum dinheiro está ou estará entrando. Isso ajuda bastante. Depois, concluímos que o valor do projeto tem um limite variável, o que nos faz mais analíticos quanto ao que iremos propor. Quando o assunto é comunicação, uma resposta é comum nesta conta: entre 3% e 5%. Por quê? Sem dúvida, são percentuais muito praticados. Entretanto, isso pode variar de acordo com o segmento. O importante neste momento de decisão é saber a faixa na qual o segmento está operando. Se trabalhamos num mercado repleto de indicadores de resultado, por que não utilizarmos o mesmo conceito para os investimentos – afinal, comunicação é investimento na marca. Estabelecido esse indicador, o próximo passo é definir o que lançamos dentro do centro de custo da comunicação. Por exemplo, para um restaurante, como devemos considerar um almoço com um jornalista especializado em gastronomia? Talvez o problema não esteja em definir o percentual, mas, sobretudo, em definir o que deverá ser realizado com o montante apurado e que retorno se espera dentro de um determinado prazo. Ações interrompidas por falta de um planejamento prévio na origem da geração da verba trazem consequentemente incertezas em seu destino e perdas irrecuperáveis para todos.
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Quando perguntamos a um cliente durante uma entrevista: “Quanto você pretende gastar neste projeto?”, muitas vezes nos sentimos como naquela brincadeira de quem piscar primeiro, perde. Com um olhar mais maduro, começamos a perceber o quanto ela é difícil de ser respondida. Na realidade, a formulação da pergunta é que está errada. O correto seria perguntarmos quanto de sua receita (percentualmente), você estaria provisionando para este projeto? Primeiro que neste momento estamos assumindo que algum dinheiro está ou estará entrando. Isso ajuda bastante. Depois, concluímos que o valor do projeto tem um limite variável, o que nos faz mais analíticos quanto ao que iremos propor. Quando o assunto é comunicação, uma resposta é comum nesta conta: entre 3% e 5%. Por quê? Sem dúvida, são percentuais muito praticados. Entretanto, isso pode variar de acordo com o segmento. O importante neste momento de decisão é saber a faixa na qual o segmento está operando. Se trabalhamos num mercado repleto de indicadores de resultado, por que não utilizarmos o mesmo conceito para os investimentos – afinal, comunicação é investimento na marca. Estabelecido esse indicador, o próximo passo é definir o que lançamos dentro do centro de custo da comunicação. Por exemplo, para um restaurante, como devemos considerar um almoço com um jornalista especializado em gastronomia? Talvez o problema não esteja em definir o percentual, mas, sobretudo, em definir o que deverá ser realizado com o montante apurado e que retorno se espera dentro de um determinado prazo. Ações interrompidas por falta de um planejamento prévio na origem da geração da verba trazem consequentemente incertezas em seu destino e perdas irrecuperáveis para todos.
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10.6.09
C-Blog: o novo site da C-Brand
a

Por que não um blog? O site da C-Brand constantemente entrava na pauta de nossas reuniões. Muitas ideias surgiam. Mais que um site da empresa, nós queríamos um espaço onde pudéssemos mostrar nossa opinião e ouvir a opinião de quem estivesse lendo. Além disso, imaginávamos um espaço dinâmico, com atualização constante, sempre em movimento e com novidades. Enfim, um local para ser frequentado regularmente. O formato de blog encaixou-se perfeitamente em nossas necessidades. Assim nasceu o C-Blog, o site da C-Brand. Neste blog, postamos nossos trabalhos e nossas opiniões sobre temas diversos. Vale lembrar que o C-Blog também é uma área para convidados mostrarem seus pontos de vista, insights e opiniões. Um pequeno menu de navegação funciona à direita. Os posts estão estruturados em três categorias: Trabalhos, Opinião e Olhar. Na primeira, iremos comentar sobre trabalhos desenvolvidos pela C-Brand; em Opinião, abriremos espaço para nossos consultores e convidados escreverem sobre temas relacionados à atuação da C-Brand; e em Olhar, mostraremos imagens, fotos ou vídeos com boas ideias, novas tendências e curiosidades, sempre relacionadas a estratégia, design e inovação.
Bem-vindo ao C-Blog. Visite com frequência!

Por que não um blog? O site da C-Brand constantemente entrava na pauta de nossas reuniões. Muitas ideias surgiam. Mais que um site da empresa, nós queríamos um espaço onde pudéssemos mostrar nossa opinião e ouvir a opinião de quem estivesse lendo. Além disso, imaginávamos um espaço dinâmico, com atualização constante, sempre em movimento e com novidades. Enfim, um local para ser frequentado regularmente. O formato de blog encaixou-se perfeitamente em nossas necessidades. Assim nasceu o C-Blog, o site da C-Brand. Neste blog, postamos nossos trabalhos e nossas opiniões sobre temas diversos. Vale lembrar que o C-Blog também é uma área para convidados mostrarem seus pontos de vista, insights e opiniões. Um pequeno menu de navegação funciona à direita. Os posts estão estruturados em três categorias: Trabalhos, Opinião e Olhar. Na primeira, iremos comentar sobre trabalhos desenvolvidos pela C-Brand; em Opinião, abriremos espaço para nossos consultores e convidados escreverem sobre temas relacionados à atuação da C-Brand; e em Olhar, mostraremos imagens, fotos ou vídeos com boas ideias, novas tendências e curiosidades, sempre relacionadas a estratégia, design e inovação.
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5.6.09
O "C" da C-Brand
a

O "nosso" C nasceu da soma de diversos conceitos que estão presentes na vocação da empresa:
criação . consultoria . comunicação . consumidor . cenário . conceito . construir . .com . conjunto . comentário . completo . cliente . conhecimento . conexão . convergência . contato . código . cor...., além de "C" ser o símbolo de Copyright, nome da antiga empresa que deu origem à C-Brand.
Conheça um pouco mais da C-Brand.
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O "nosso" C nasceu da soma de diversos conceitos que estão presentes na vocação da empresa:
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